segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

PARTIDO ESPERANÇA: virtudes cardeais e política



Sidney Silveira

Ou a sociedade é regida por homens que estabeleceram a virtude como parâmetro, ou vigora a política dos imprudentes, dos injustos, dos fracos e dos destemperados. É o que, no vídeo desta postagem, procuramos mostrar: inexiste possibilidade de realização do bem comum quando as posições de mando estão nas mãos de homens sem balizas morais.

Esta é mais uma chamada para o PARTIDO ESPERANÇA, cuja atividade "Política à Luz da Filosofia Perene" pode ser adquirida em nossa Promoção de Carnaval até 10/03 — data em que o curso se inicia — no seguinte link:


Depois, só ao valor que estipulamos para esta iniciativa, cuja ementa se encontra em:

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

A dissolução da reta ordem



Sidney Silveira

No vídeo acima, o cientista político Victor Nieto faz — diante do Parlamento Europeu, em Luxemburgo — uma chamada para o curso "A Política à Luz da Filosofia Perene", a ser ministrado  por mim. Estudioso da escola tomista espanhola, Nieto frisa que a política ou serve ao bem comum ou servirá à desintegração completa da civilização. 

Você pode ver a ementa do curso no link a seguir: 


Se tiver interesse, pode adquiri-lo por menos da metade do seu valor na Promoção de Carnaval do Contra Impugnantes: 


Pela Promoção você tem direito ao seguinte curso: 

FRANCÊS A PARTIR DAS FÁBULAS DE LA FONTAINE, com os professores Sergio Pachá, ex-Lexicógrafo-Chefe da Academia Brasileira de Letras, e Lúcia Piza, mestra em língua francesa pela UFRJ. 

AS AULAS COMEÇARÃO A SER POSTADAS EM 10/03

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Olhos e narinas sãos

Sidney Silveira

A melhor maneira de conviver com a repugnância ou com feiúra é vê-las como na realidade são: repugnantes e feias — em lugar de fechar os olhos ou fingir que são belas. Com a democracia liberal acontece algo análogo: respirar nela pressupõe saber que o seu ar é insalubre. Quem vive assim, não gasta oxigênio à toa; nos casos de necessidade extrema, há de ter alguma reserva para encher os pulmões e sobreviver.

A outra opção é morrer asfixiado pelo fedor pensando cheirar rosas...

sábado, 6 de fevereiro de 2016

PROMOÇÃO DE CARNAVAL (II): dois cursos pelo valor de (menos de) um!



Sidney Silveira

Oferecemos uma chance aos amigos que acompanham o trabalho do Contra Impugnantes: a aquisição de dois cursos a um valor ABAIXO do custo de um só deles.

Trata-se das seguintes iniciativas pedagógicas:

> FRANCÊS A PARTIR DAS FÁBULAS DE LA FONTAINE, com os professores Lucia Piza e Sergio Pachá; e
> PARTIDO ESPERANÇA: ESCOLA DE POLÍTICOS, com Sidney Silveira.

As respectivas ementas estão na área “Inscrições” do site Contra Impugnantes (http://contraimpugnantes.com/cimoodle/). Na promoção, os alunos podem ADQUIRIR OS DOIS CURSOS POR APENAS R$ 700,00 — ou seja: a bagatela de R$ 350,00 por cada um! E ainda podem parcelar este valor em até 12 vezes.

As aulas começarão a ser postadas no dia 10/03.

Vá ao endereço abaixo e participe da promoção:

P.S. Neste breve vídeo, faço uma chamada para a Escola de Políticos.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

PROMOÇÃO DE CARNAVAL: dois cursos pelo valor de (menos de) um!


Sidney Silveira

Oferecemos uma chance aos amigos que acompanham o trabalho do Contra Impugnantes: a aquisição de dois cursos a um valor ABAIXO do custo de um só deles.

Trata-se das seguintes iniciativas pedagógicas:

> FRANCÊS A PARTIR DAS FÁBULAS DE LA FONTAINE, com os professores Lucia Piza e Sergio Pachá; e
> PARTIDO ESPERANÇA: ESCOLA DE POLÍTICOS, com Sidney Silveira.

As respectivas ementas estão na área “Inscrições” do site Contra Impugnantes (http://contraimpugnantes.com/cimoodle/). Na promoção, os alunos podem ADQUIRIR OS DOIS CURSOS POR APENAS R$ 700,00 — ou seja: a bagatela de R$ 350,00 por cada um! E ainda podem parcelar este valor em até 12 vezes.

As aulas começarão a ser postadas no dia 10/03.

Vá ao endereço abaixo e participe da promoção:

P.S. No breve vídeo desta postagem, a Profª. Lucia Piza, mestra em língua e literatura francesa, faz uma chamada para o curso de francês.


A MELHOR FOLIA NESTE CARNAVAL É INVESTIR NO ESTUDO

Morrer, derrota do mais radical dos apetites

Sidney Silveira

A morte dita natural é a derradeira insubordinação das potências vegetativas contra todas as demais potências da alma. Ela demarca, no homem, o limite da ação do espírito sobre a matéria, visto não termos total domínio sobre o que, ao operar em nós, independe da vontade e da inteligência — para o bem o para o mal: seja a circulação do sangue, seja um câncer que avança imparável, seja a digestão dos alimentos, seja uma tuberculose. Trata-se da derrota da natureza humana naquilo que tem de mais elevado e por cujo intermédio se manifesta, de maneira clara, o nosso anseio por perdurar.

Morrer, no caso humano, é uma fatalidade metafísica em que o apetite entitativo mais radical — existir, persistir no ser com a mesma forma — é irremediavelmente destruído. Não por outro motivo, toda morte é, num certo sentido, antinatural, ou melhor: é natural com relação ao corpo, mas não com relação ao princípio imaterial que o anima. Em síntese, nada tende ao seu contrário, pois cada coisa apetece o que lhe é conveniente, como escreve Santo Tomás a certa altura do livro III da "Suma Contra os Gentios". Em breves palavras, toda potência tende ao ato para o qual está teleologicamente vertida.

Na vida o natural é viver, e não morrer. Por isso não deixa de ser irônico que, na morte dita natural, o espírito sucumba àquilo que, ontologicamente, é de dignidade inferior no homem: as potências vegetativas. Assim, mais do que a finitude, a morte revela a nossa limitação — no fato de o espírito humano não ter poder absoluto relativamente à matéria que ele próprio anima.

Quem convive com problemas cardíacos congênitos, como eu, está sempre a contemplar a limitação deste ato de ser mais radical em nós. Qualquer hora dessas, a debilidade vence a força e se estabelece a doença definitiva: morrer.

A morte humana é a vitória incidental do cronológico sobre o eterno, do finito sobre o infinito, da potência sobre o ato, da matéria sobre a forma, do mal sobre o bem.

Ah, quisera eu apenas dizer "Bate, bate, bate, coração", e ele tum-tum-tum obedecer sem resmungos...

Mas Deus sabe o que faz.