terça-feira, 16 de julho de 2013

Mote metodológico do breve curso "MANIFESTO DAS SOMBRAS: A POLÍTICA BRASILEIRA À LUZ DA FILOSOFIA PERENE"

Sidney Silveira
Frisa Santo Tomás, em seu profundo "Comentário ao Prólogo de S. João", que a contemplação é ampla quando alguém considera os efeitos da causa na própria causa. A saber: quando conhece não apenas a essência da causa, mas também a virtude pela qual a causa se estende a muitas coisas. A contemplação joanina foi perfeita, de acordo com o Aquinate, porque o Evangelista foi conduzido e elevado à altura da realidade contemplada.

Pois muito bem: nas oito horas de aula do curso que acontecerá em agosto, não se espere a proposição de fórmulas mágicas para resolver a lastimável crise política brasileira. Ela será abordada em alguns dos seus vetores, sem dúvida, mas a idéia-mestra é convidar todos a contemplá-la a partir da nobilíssima atalaia da filosofia política do Aquinate.
VER, com os olhos do espírito, alguns dos atuais efeitos deletérios elevando-nos às causas sem as quais nem mesmo pode haver política, em sentido estrito.
Aos muitos amigos que me escreveram pedindo o retorno do Contra Impugnantes e das atividades do Angelicum, digo: uma maneira de começar a nos ajudar a prosseguir cm o trabalho é participando deste mini-curso.
As inscrições continuam abertas, conforme indicações do cartaz acima, e também no Facebook em:

A impermeabilidade metafísica do idiota

Sidney Silveira
O genuíno idiota só consegue ter certezas coletivas.
As suas verdades são de caráter numérico, razão pela qual sente-se psicologicamente confortável apenas no rebanho a que adere.
O idiota sempre eleva a opinião da maioria ao plano das verdades intocáveis, daí ser pessoa incapaz de real diálogo e grandemente intolerante para com as objeções ou o convívio com os desiguais. Ele conduz qualquer discussão a uma infernal mistura de premissas e assuntos diversos, que reunidos compõem uma massa amorfa e avassaladora à qual é impossível responder detidamente.
O idiota é o homem-massa que idolatra a si mesmo ao querer pasteurizar tudo e todos à sua imagem e semelhança.
Qualquer certeza — por fundamentada que seja — proclamada por alguém de fora de seu grupo é tida pelo idiota como pretensão desmedida, a ser escarnecida de todas as formas.

O espírito de grupo do idiota é a prova material de sua incapacidade de elevar-se ao nível das certezas teoréticas, fruto de reflexões continuadas e paciente estudo. Seu ódio à excelência costuma esconder-se por trás das bandeiras "democráticas" com que tem a sensação vertiginosa do heroísmo e da superioridade moral e intelectual sobre os adversários.

Opinar contrariamente às evidências é prática comum do idiota, razão pela qual o melhor que uma pessoa de bom senso deve fazer é não prosseguir jamais na discussão com ele.
Seria idiotice imperdoável.
O idiota é a prova cabal do mistério que há entre o céu e a terra.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

O brejo das almas do magistério contemporâneo — ou “por que consinto ser chamado de professor”

Ao amigo Carlos Nougué,
mestre por vocação.
Sidney Silveira
Não se ensina por telepatia. Nem por sugestão hipnótica. Os alunos comumente não possuem dons premonitórios ou de clarividência, e os professores são incapazes de emitir radiotelegrafias psíquicas que — por intermédio de ondas de médio alcance — comuniquem conteúdos inteligíveis à mente dos educandos, numa espécie de evento paranormal espontâneo. Na prática, entre mestre e discípulos é necessário haver uma relação de comprometimento e envolvimento pessoal, sobretudo da parte do docente, por cujo intermédio um conjunto de verdades vai aos poucos se tornando claro para os alunos, durante o processo de aprendizado. Até que estes elaborem a sua maneira própria de tirar proveito das coisas ensinadas.
O professor não é o neurocirurgião que faz uma lobotomia e escarafuncha os miolos dos alunos, para enfiar neles, fisicamente, verdades pétreas e inflexíveis. E o motivo disto é relativamente simples: toda e qualquer verdade é uma forma imaterial — e o conhecimento, hábito mental adquirido. Sendo assim, o papel do mestre é o de mediador de símbolos, os quais mantêm correspondência formal com a realidade das coisas. Como lembra o Pe. Álvaro Calderón no excelente manual introdutório Los Umbrales de la Filosofía, os conceitos são semelhanças das coisas, e os nomes, signos artificiais dos conceitos. Assim, a estrutura artificial dos signos lingüísticos busca imitar a estrutura que a inteligência constrói para assemelhar-se à realidade.[1] Exatamente aqui entra o mestre, que para Santo Tomás é um apoio externo do aprendizado, assim como o médico o é da saúde dos seus pacientes.[2] Trata-se do auxiliar de luxo que presta o melhor serviço existente sob o cortinado celeste: ser o candeeiro que partilha a luz das verdades contempladas.
Quando o ato de entender acontece, é sinal de que quaisquer acidentes radicados na matéria foram suplantados. Assim, a circunstância de um aluno estar em posição de cócoras, deitado no chão ou imobilizado numa cadeira de rodas é indiferente para a sua compreensão das coisas que o professor está a explicar em sala de aula. Apenas uma circunstância nem o mais brilhante aluno poderá driblar, se quiser realmente progredir: a existência mesma do professor, pois a ninguém é dado ser o mestre de si mesmo — visto que a ciência não preexiste no discente a ponto de ele poder ensiná-la a si próprio,[3] sem causas externas. O que existe é a virtual potência para conhecer, chamada por Aristóteles de “intelecto possível”.
Se o ensino da filosofia rebaixa-se ao nível dos balbucios tirânicos de grupos políticos sectários, como acontece em larga escala nas universidades públicas brasileiras, a saída é buscar fora da academia o alimento que ela não mais pode dar sem mescla de leite espiritual estragado. Ah, que falta faz um Santo Agostinho para hoje reescrever nova versão do seu Contra Academicos! Seria profilático e altamente salutar, pois a corrosão moral e intelectual contaminou boa parte das nossas cátedras, e o típico acadêmico brasileiro contemporâneo está preocupado com o “Currículo Lattes” — enquanto os seus textos latem feito cão raivoso... A propósito, sei de um estudioso de filosofia medieval entre nós cuja maledicência é proporcional à sua dolente incapacidade de escrever dois parágrafos sem anacolutos de lesa-língua, erros crassos de ortografia, paralogismos, falta de correspondência de tempos verbais num mesmo período, etc. E é anta pós-doutorada na Europa; cheio de si como um pavão, apesar da carinha de santo.
Pois muito bem. Este breve artigo é em deferência à benévola pessoa que me indagou o seguinte: por que motivo, sendo eu um jornalista, permito chamarem-me de “professor”, como por exemplo no cartaz do breve curso Manifesto das Sombras – A política brasileira à luz da Filosofia Perene, para o qual as inscrições estão abertas? Parafraseio o Pe. Antônio Vieira e respondo: uma coisa é o professor, outra o que ensina. E de que adianta ser professor de nome se não se faz jus ao ofício significado pelo nome? No meu modesto caso, são quase dezoito anos de leitura continuada da obra de Santo Tomás de Aquino, e tudo o que há algum tempo tenho escrito e gravado em vídeo é no espírito da escola tomista.
Digo mais: a certa altura de minha atribulada existência, optei por manter-me marginal (ou seja: fora da academia!) porque para o projeto editorial e magisterial que me propus levar adiante eu teria sérios problemas de consciência se me encastelasse numa faculdade ou num seminário modernista. Se errei na escolha, foi por acreditar que o magistério não é um truque psicótico por meio do qual o professor ludibria os alunos.
Encerro o texto com a seguinte consideração, ao modo de advertência: consinto ser chamado de “professor” por pessoas que o fazem espontaneamente (muitas delas, professores universitários pós-graduados em centros de pesquisa importantes), mas jamais pedi para ser designado desta ou daquela maneira.
Não aspiro a vanglória tão nanica.
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1- Cfme. Álvaro Calderón. Los Umbrales de la Filosofía – Cuatro Introducciones Tomistas. 2011. Ed. del Autor. p. 251.
2- Tomás de Aquino. De Anima, art. 4, ad.6
3- Cfme. Tomás de Aquino. De Magistro, art.2, ad.1

sábado, 13 de julho de 2013

Em agosto, MINI-CURSO ONLINE — “Manifesto das sombras”


Sidney Silveira
As INSCRIÇÕES ESTÃO ABERTAS, conforme se pode ver acima.
Esta é uma oportunidade de dar uma força ao Instituto Angelicum e ajudá-lo a recomeçar as suas atividades editoriais (temos obras de S. Bernardo e Duns Scot prontas para ir ao prelo).
Quem está possibilitando tecnicamente a iniciativa é o CURSO IOM, na pessoa da amiga Lissandra Lopes de Oliveira.
A idéia é dar um panorama da catástrofe política brasileira atual a partir dos elevados princípios da filosofia política de Santo Tomás de Aquino.

Agradeço, de antemão, aos amigos que se 
 inscreverem e, com isto, nos ajudarem a prosseguir com este trabalho. 
O evento está no Facebook, em:

MINISTÉRIO EXTRAORDINÁRIO DA INIMIZADE entre os cidadãos

Sidney Silveira
Fica a sugestão para o atual governo, na pessoa da notoriamente virtuosa presidentA (sic.): substituir alguns dos seus intermináveis ministérios — da diversidade, da cultura, da sem-vergonhice pan-pluri-meta-intra-trans-arqui-multi-afetiva, da mamação nas tetas túrgidas do erário, entre outros — por uma única pasta:
Ministério Extraordinário da Inimizade.
O escopo deste novo meandro institucional é simples: estimular o "direito" de todos contra todos, em nome da santa democracia.

Exatamente como os nobres governantes da ideologia atualmente no poder vem fazendo com notável competência, há mais de uma década.

Isto porque amam o povo "como nunca até então neste país", etc. e tal.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

O amplexo de Satã: a política como fonte de ódio entre os homens e o Brasil do PT

Sidney Silveira
Não existe ciência do irrepetível. A razão é simples: sem um conjunto de experiências e dados devidamente catalogados pela inteligência, não pode haver conhecimento em sentido estrito. Isto acontece em qualquer área de estudos, mesmo naquelas em que a certeza alcançável é de natureza interpretativa — às vezes cambiante —, como no caso da ciência histórica, sempre imperfeita na reconstrução do passado porque depende de fontes que, no decorrer do tempo, podem mostrar-se insuficientes, quando cotejadas com descobertas recentes ou analisadas a partir de novos métodos hermenêuticos. Seja como for, não é o ato de compulsar mil documentos o que faz um historiador; mas o compulsá-los à luz de princípios interpretativos seguros.
Com a ciência política passa-se algo análogo. Participar da política por meio de um ativismo desordenado não é ser político, na expressão forte do termo, assim como não é o ato de fornicar com dez clientes por dia o que dá a uma prostituta a clara visão do que seja o sexo, em sua rica dimensão psicossomática e espiritual. Em suma, repetir o irreal é uma forma maligna de irrepetibilidade metafísica — maneira eficaz de jogar a verdade científica para uma instância inalcançável, porque a inteligência naufragou na tentativa de divisar o uno no múltiplo, a essência em meio aos acidentes. Numa situação tal, dar testemunho da verdade é impossível até quando os dados estão cristalinamente diante do sujeito; então, as evidências tornam-se inevidentes por uma espécie de hipoplasia da potência intelectiva. E a pessoa não entende a densidade do real porque se incapacitou para tanto.
Este déficit cognitivo torna-se patologia coletiva quando a política, as artes e a religião se desvinculam dos princípios universais configuradores daquilo que chamamos de “civilização”. Então os homens de bem vivem o pior infortúnio possível: suportar a corrupção em nível alarmante e patógeno, e assim terem o seu campo de ação pública reduzido. Advirta-se que tomamos a expressão “ação pública” não no sentido de atuação partidária, distintiva das caóticas democracias liberais em que nos cabe sobreviver — nas quais as leis deixaram de ser regra da razão ordenada ao bem, para expressar a vontade ou os interesses de grupos de pressão. Ação pública, nesta configuração, é alçar a voz a uma altura suficiente para fazer sair do letargo moral as pessoas com poder decisório. Mas isto, numa sociedade da informação, é difícil quando os canais da imprensa estão vedados ao Spoudaios, o homem maduro para a compreensão das verdades mais elevadas, segundo Aristóteles, pois desenvolveu as suas potencialidades em grau de excelência.
Em síntese, quando o ódio à excelência se dissemina no tecido social a ponto de aniquilar a cultura superior, a unidade somática da Pólis se desfaz num processo de putrefação similar ao que acontece com um corpo sem vida. A esta altura, o verdadeiro sábio compreende que a raison d’être do povo — que é ordenar-se aos bens superiores, e destes a Deus — se esfumou completamente. E o seu papel passa a ser o de fazer a descida ao caos para abrir nele fendas por onde possa penetrar a luz das verdades imperecíveis, e os homens possam dela voltar a alimentar-se.
O simbolismo dessa descida representa um sacrifício de vida cuja nobreza sequer pode ser reconhecida pelos beneficiários da ação, agonicamente presos na situação acima descrita, de incompreensão acerca das verdades mais elementares. Eles então ridicularizarão o sábio e o tomarão por tolo, por hipócrita ou por maligno, e poucos deles estarão aptos a compreender o estupendo bem recebido — mas só após terem massacrado o homem de valor que os favorecera. A propósito, é esta a advertência de Sócrates àqueles que o condenaram injustamente: os atenienses não mais teriam quem os defendesse de seus próprios erros e taras políticas.
Sócrates e os gregos antigos não conheceram o sacrifício universal da Cruz, feito com o sangue meritório pelo qual o próprio Deus Encarnado remiu o homem. Não conheceram o fato de que a política alcança a sua verdadeira razão de ser tão-somente quando se deixa conduzir pelas verdades divinamente reveladas, com as quais Deus rega os montes das alturas e com os frutos de Sua sabedoria sacia a terra, conforme afirma o Salmo 104, comentado esplendidamente por Santo Tomás de Aquino.
Sem essa sabedoria divina a governar os homens, a inimizade política torna-se o único caminho possível. E este leva ao ódio e à dissolução social de que se valem os políticos maquiavélicos para manterem tiranicamente o poder e o butim dos bens públicos, com um descaro semelhante ao do atual governador do Rio de Janeiro (apenas a título de exemplo), santarrão que gasta milhões para andar de helicóptero com o dinheiro do contribuinte e alega não cometer nada de impróprio.
A propósito, o Brasil atual vem sendo governado por um grupo político que, em toda a linha, trabalha para destruir os pilares da civilização — e nisto se distingue de todos os grupos letalmente corruptos que até então estiveram no poder em nosso país: distingue-se pela capacidade de aparelhar o Estado; distingue-se pela organização de uma militância disposta a qualquer coisa para cumprir os desígnios da Nomenklatura; distingue-se pelos braços internacionais de fomento à agenda globalista; distingue-se por usar da mentira política com a sistematicidade típica de quem procura perpetuar-se no poder recontando a história do país à imagem e semelhança dos seus falsos princípios; distingue-se pelo incentivo, direto ou camuflado, a todos os tipos de profanação das coisas religiosas.
Esta é, pois, a hora de alguns homens de bem e de formação intelectual e moral superior sacrificarem o próprio conforto, em favor da sociedade em adiantado estado de decomposição na qual desgraçadamente vivem. Arriscarem tomar partido em favor da civilização, mesmo à custa da perda de seus empregos; mesmo à custa das difamações; mesmo à custa de calúnias e de todos os tipos de martírio moral.
É claro que só podem fazer isto subindo à altura dos valores universais que abrem os olhos do espírito e impedem a disseminação do sonambulismo moral que gera situações políticas como a nossa. E não com caras pintadas e palavras de ordem ensaiadas por engenheiros sociais que fazem a formidável mágica de transformar multidões em agrupamentos teleguiados.
Que a antevisão da derrota pessoal e política não lhes arrefeça o ânimo. Afinal, só o alimento da sabedoria pode construir um dique à sociedade corrupta, e, como ensina Platão, estar a alma enganada ou ignorar o ser verdadeiro das coisas significa que a mentira tomou posse da parte mais elevada da pessoa.[1]
Ora, quando na política prevalecem homens tais, é melhor sucumbir na luta do que na omissão.
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1- Cfme. Platão. República, 382a-b.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Quem secou o pranto, pode novamente amar — a retomada do blog


Sidney Silveira
O tomista Luiz Astorga, parceiro de várias empreitadas editoriais filosóficas nos últimos anos, chamou-me a atenção com rude franqueza. O grande amigo e tradutor Carlos Nougué, amante da obra de Santo Tomás, disse-me que eu me precipitei, ao encerrar o Contra Impugnantes. Sacerdotes pediram-me que reconsiderasse a decisão. O Prof. Antonio Angueth, que mantém ótimo espaço na internet, lamentou o fato e se dispôs a ajudar-me a sair da situação financeira difícil em que sucumbi, após a cirurgia cardíaca. Olavo de Carvalho mandou rezar Missas em intenção de minha recuperação em Richmond, e juntamente com a sua esposa Roxane manifestou o desejo de ajudar-me de alguma maneira a não encerrar o blog. Tudo isso me comoveu imensamente, e se trago a público algumas dessas manifestações generosas é para que estas e outras pessoas saibam o quanto influenciaram na minha reconsideração. 
Continuo, após quase um mês e meio da postagem em que me despedia dos leitores, a receber mensagens. Depoimentos de conversão ao Catolicismo. Relatos de verdadeira reorientação existencial, como o do rapaz que, após ler uma postagem do blog, se esforçou por largar o vício da pornografia na internet — e, com a árdua vitória, se foram os vários sintomas psicossomáticos em que a sua vida se consumia. Escritos de sincero agradecimento e de orações pela minha saúde, espiritual e financeira, assim como verdadeiros puxões de orelha, acabaram fazendo o efeito da constância da água mole em pedra dura.
O esgotamento espiritual se foi, com a graça de Deus, e as dificuldades materiais talvez não vão embora até o fim de minha vida, dado o ponto que alcançaram. Enfim, chegou o momento em que disse a mim mesmo: e daí? Percebi que esta iniciativa não mais me pertence por inteiro, e apesar das dificuldades pessoais o trabalho deve continuar, tanto aqui como no Instituto Angelicum, o qual finalmente terá em breve um site e retomará as suas atividades editoriais e de cursos.
Recomeço com o mesmo espírito de fé e de amor à Igreja e a Santo Tomás de Aquino com que o Contra Impugnantes iniciou, em 2008. As postagens virão no compasso do meu tempo disponível para escrever, pois continuo a ter que ganhar o pão.
Mas virão, nesta nova roupagem que tem uma parte de minha estante da sala como pano de fundo.

Muito obrigado a vocês.